Terramote 351 - Logo

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terça-feira, 9 de abril de 2013

Circuito Terramote351 – BACC - Circuito Bairro das Artes, 12 de Abril, 6ªfeira, 10h15

Terramote351 – BACC - Circuito Bairro das Artes
Circuito Eco-Social de Abril guiado pelo projecto Terramote351 – Intervenção e Circuitos Eco-Sociais em parceira com a Terra na Boca – Associação Cultural, e inserida no projecto “Bairro das Artes”
Dia 12 de Abril (português e/ou Inglês)
(duração aproximada: 2h30)

 
Turismo Eco-Social, conceito.
O Turismo Eco-Social apresenta uma alternativa radicalmente diferente aos modelos de Turismo ditos convencionais. Na verdade, apesar de por uma questão de "comunicação” se designar como “Turismo” estamos, na verdade, mais perante um modelo de aprendizagem de interacção inter-cultural e inter-social, assim como de desenvolvimento local, do que propriamente perante uma forma de “turismo” no sentido convencional do termo.
O Turismo Eco-Social radica pois num paradigma bastante diferente. O objectivo principal não será, portanto, o de o “turista” ser um mero visitante passageiro, focado no seu próprio prazer hedonista, mas sim alguém que “mergulha” de forma mais profunda na realidade local, integrando-se nas actividades locais e desenvolvendo actividades que contribuam para o bem-estar e desenvolvimento das comunidades.

Terramote351 – Intervenção e Circuitos Eco-sociais
Passo a passo, despertando a mudança.

Terramote – Intervenção e Circuitos Eco-sociais
Terramote351 é um projecto pioneiro, oriundo da cidade do Porto, e começou a dar os seus primeiros passos como Porto de Encontros – Visitias Eco-Sociais.
Segue e existe para o desenvolvimento dos princípios e valores do Turismo Eco-Social.


Funciona através da dinamização e apoio a actividades e projectos de intervenção, sempre através da componente de sensibilização/formação para a(s) realidade(s) local/locais e através da realização de Circuitos Eco-Sociais com relevância histórica, cultural e, predominantemente, Eco-Social.

Terramote – Como? Dinâmica
Os Circuitos Eco-Sociais temáticos aliam a componente lúdica e recreativa, desportiva até, à componente formativa, interventiva e cultural.
Os circuitos funcionam de forma informal e familiar. São circuitos dinâmicos de interacção e partilha. Uma partilha de experiências, conhecimentos e visões sobre os locais, as cidades, e todas as suas complexidades.
São ainda circuitos de descoberta e aventura, onde segredos do espaço urbano e rural se vão desvendando com toda a … naturalidade.

Circuito Eco-Social agendada para Abril no âmbito do Projecto “Bairro das Artes”, promovido pela Associação Cultural Terra na Boca:
Dia 12 de Abril, 6ªfeira, às 10h15 (em português e/ou em inglês)
data limite de inscrição: 10 de Abril, 4ªfeira

Nota: Em função da disponibilidade do dinamizador, é possível combinar outras datas para a realização de visitas.

Circuito do Bairro das Artes, Romântico e Massarelos
Quase todos sabem que o Palácio de Cristal é uma das referências principais na cidade do Porto. O “Bairro das Artes”, por sua vez, é um bairro ligado a um novo movimento de reabilitação e dinamização urbana marcado pelas novas tendências, movimentos e expressões artísticas. O que possivelmente poucos saberão são “os segredos” que se escondem a escassos passos deste novo centro de dinamismo urbano. Desvendar o passado, percorrer o presente e sonhar o futuro são as propostas contidas nesta caminhada por alguns dos tesouros escondidos ou esquecidos da cidade do Porto. Velhas quintas rurais, hortas urbanas, panorâmicas sublimes do Porto … tudo isso bem perto de um dos centros mais movimentados da cidade Invicta.

Circuito Eco-Social – dados informativos

Ponto de Encontro: Em frente ao Quintal BioShop, na Rua do Rosário
Grau de dificuldade: Acessível
Duração do percurso: Aproximadamente 2h30
Logística: Levar roupa confortável e adaptada às circunstâncias climatéricas do próprio dia.
Contribuição: 5 portos - individual
4 portos - a partir de 3 ou mais participantes ou aderentes do Bairro das Artes
Inscrições: Máximo 12 participantes (é uma actividade com um número reduzido de participantes) e as vagas são reservadas às primeiras inscrições efectuadas “com a respectiva confirmação”

Modo de Inscrição:
Inscrição para o e mail:
Na resposta será enviada um Ficha de Inscrição para preenchimento e serão informados os dados de confirmação.

Organização: Terramote351 e Terra na Boca

Nota: O Terramote351 é um projecto com um carácter bastante informal e pessoal, e encontra-se ainda em definição, pelo que a actividade não se encontra coberta por qualquer tipo de seguro, sendo a responsabilidade por qualquer acidente da inteira responsabilidade dos participantes ou, dependendo da perspectiva, do próprio destino, ;O)
A contribuição destina-se a suportar diversos custos organizativos e a apoiar o desenvolvimento do projecto Terramote351 – Intervenção e Circuitos Eco-Sociais.

Mais informações

Terramote351 - Intervenção e Circuitos Eco-Sociais
Pedro Jorge Pereira - (+351) 93 4476236

facebook

Oporto of Encounters – Terramote351 for international eco-social circuits
 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Trips “Á Moda do Porto” - Circuíto 1 – Os Segredos do Douro, Dia 29 de Março de 2013, 6ªfeira, às 10h15

 

Trips “Á Moda do Porto” - Circuíto 1 – Os Segredos do Douro
Circuito Eco-Social dinamizado pelo projecto Terramote351
Dia 29 de Março de 2013, 6ªfeira, às 10h15
(duração aproximada: 2h30)

Terramote351 – Intervenção e Circuitos Eco-sociais
Terramote é um projecto pioneiro, oriundo da cidade do Porto, e começou a dar os seus primeiros passos como Porto de Encontros – Visitias Eco-Sociais.
Segue e existe para o desenvolvimento dos princípios e valores do Turismo Eco-Social:


Funciona através da dinamização e apoio a actividades e projectos de intervenção, sempre através da componente de sensibilização/formação para a(s) realidade(s) local/locais e através da realização de Circuitos Eco-Sociais com relevância histórica, cultural e, predominantemente, Eco-Social.

Terramote – Intervenção e Circuítos Eco-Sociais
Os Circuitos Eco-Sociais possuem um carácter histórico, nomeadamente com o intuito de valorização do património local (sinalizando, por exemplo, situações de degradação) mas sobretudo uma vertente “crítica” em termos sociais, culturais e ecológicos. Uma vertente crítica no sentido de “convidar” todas as pessoas, partindo naturalmente das comunidades locais, a pensar e sonhar uma cidade e sociedade melhor para tod@s. Uma comunidade local onde prevaleça o equilíbrio ecológico, a justiça social e o desenvolvimento humano e cultural, com uma forte valorização do património e cultura local tradicional. Uma comunidade local onde exista uma utilização, valorização e protecção do Espaço Público.

Trips à Moda do Porto”
O propósito principal de “Trips à Moda do Porto” é o de, de forma – relativamente – mensal (irá sendo intercalada com outras iniciativas que iremos divulgar em breve), efectuarmos um circuito de descoberta a uma zona específica do Porto (e de outros locais aos quais extenderemos a nossa acção em breve), para descobrirmos ou (re)descobrirmos os mil e um segredos e realidades geralmente despercebidas das nossas cidades e comunidades.

Trips à Moda do Porto” - Circuíto 1 – Os Segredos do Douro
Falar do Porto é evidentemente falar do mítico “Douro” e de toda a fervilhante vida que sempre se expressou e expressa em seu redor.
Nesta edição de “Trips à Moda do Porto” vamos pois ao “ponto de partida” do Porto, onde se encontram alguns dos vestígios mais antigos da própria cidade e ao epicentro de onde a cidade se começou a expandir e afirmar como ... Porto.
Iremos percorrer algumas das ruas mais características de S.Nicolau, tendo sempre o Douro como fundo, e iremos até ao “porto de chegada” de quase todas as peregrinações turísticas na cidade: a mítica Ribeira com o Douro a seus pés. Seguindo sempre, claro, uma interpretação Eco-Social.


Trips “Á Moda do Porto” - Circuíto 1 – Os Segredos do Douro

Circuito de dia 29 de Março, 6ªfeira, 10h15
Ponto de Encontro: Em frente à Estação de S.Bento (do outro lado da rua nas imediações do banco Santander)
Ponto de Chegada: Surpresa, até para nós ;O)
Grau de dificuldade: Acessível
Duração do percurso: Aproximadamente 2h30
Logística: Levar roupa confortável e adaptada às circunstâncias climatéricas do próprio dia.
Contribuição: Nesta primeira edição a contribuição será “livre” e espontânea no sentido que cada um/uma contribui com aquilo que “sentir” e quiser.
Inscrição: Não obstante, a inscrição é obrigatória e o número de vagas limitado (será uma actividade com um número reduzido de participantes, segundo os princípios do Turismo Eco-Social) que serão reservadas às primeiras inscrições efectuadas.
Data Limite de Inscrição: 27 de Maio de 2012, 4ªfeira

Modo de Inscrição:

Envio do endereço de e-mail para:

Em resposta, será enviada a respectiva Ficha de Inscrição.

Organização: Projecto Terramote351 – Intervenção e Circuítos Eco-Sociais
Nota: O projecto Terramote351 é um projecto com um carácter bastante informal e pessoal, e encontra-se ainda em definição, pelo que a actividade não se encontra coberta por qualquer tipo de seguro, sendo a responsabilidade por qualquer acidente da inteira responsabilidade dos participantes ou do destino, dependendo da perspectiva ;O)
A contribuição destina-se a suportar diversos custos organizativos e a apoiar o desenvolvimento do projecto Terramote351 – Intervenção e Circuítos Eco-Sociais


Mais informações e inscrições

Terramote351
Intervenção e Circuitos Eco-Sociais
93 447 6236

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Oporto of Encounters – Terramote351 for International Eco-Social Circuits

domingo, 17 de março de 2013

Ciclo de Conferência sobre o Cerco do Porto

A não perder! Sobre um dos "episódios" históricos mais marcantes na história da cidade e também, em larga medida, no país.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Terramote – Intervenção e Circuítos Eco-sociais: Passo a passo, despertando a mudança.


TerraMote351
Intervenção e Circuitos Eco-Sociais

Terramote – Intervenção e Circuítos Eco-sociais
Terramote é um projecto pioneiro, oriundo da cidade do Porto, e começou a dar os seus primeiros passos como Porto de Encontros – Visitias Eco-Sociais.
Segue e existe para o desenvolvimento dos princípios e valores do Turismo Eco-Social.


Funciona através da dinamização e apoio a actividades e projectos de intervenção, sempre através da componente de sensibilização/formação para a(s) realidade(s) local/locais e através da realização de Circuitos Eco-Sociais com relevância histórica, cultural e, predominantemente, Eco-Social.

Terramote – Porquê?
Terramote porque a Terra, a valorização das nossas raízes e identidade mais autêntica, o profundo vínculo à nossa Terra enquanto comunidade … são o nosso principal “Mote” e razão de existir
Terramote porque remetendo para a palavra “terramoto” o nosso propósito é precisamente o de gerar mudança, transformação. É o de agitar consciências e potenciar criativamente “inquietações” no sentido de contribuirmos para uma valorização dos valores da nossa comunidade mas também, sobretudo, para o desenvolvimento das nossas comunidades. Desenvolvimento através da ligação à Mãe Natureza e Actividades Tradicionais de Pequena-Escala, através de uma economia inclusiva, através de mecanismos de participação cívicos abertos e abrangentes.
Terramote ainda porque pormos os “pés à terra” é precisamente uma das formas mais privilegiadas e eficazes de entrarmos em contacto com a realidade dos locais. Indo onde normalmente não vamos, percorrendo os circuitos habitualmente “fora do nosso circuito”, conhecendo o que desconhecíamos. Reflectindo também sobre aquilo que habitualmente não faz parte das nossas reflexões principais.

Terramote – Intervenção e Circuítos Eco-Sociais
Os Circuitos Eco-Sociais possuem um carácter histórico, nomeadamente com o intuito de valorização do património local (sinalizando, por exemplo, situações de degradação) mas sobretudo uma vertente “crítica” em termos sociais, culturais e ecológicos. Uma vertente crítica no sentido de “convidar” todas as pessoas, partindo naturalmente das comunidades locais, a pensar  e sonhar uma sociedade melhor para tod@s. Uma comunidade local onde prevaleça o equilíbrio ecológico, a justiça social e o desenvolvimento humano e cultural, com uma forte valorização do património e cultura local tradicional. Uma comunidade local onde exista uma utilização, valorização e protecção do Espaço Público. 

Terramote – Como? Dinâmica 
Terramote desenvolve-se através da dinamização de diversas actividades e sub-projectos sendo uma das principais a realização de Circuitos Eco-Sociais temáticos que aliam a componente lúdica e recreativa, desportiva até, à componente formativa, interventiva e cultural.
Os circuitos funcionam de forma informal e familiar. São circuitos dinâmicos de interacção e partilha. Uma partilha de experiências, conhecimentos e visões sobre os locais, as cidades, e todas as suas complexidades.
São ainda circuitos de descoberta e aventura, onde segredos do espaço urbano e rural se vão desvendando com toda a … naturalidade.

Terramote351
Intervenção e Circuitos Eco-Sociais


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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Turismo Eco-Social

Contexto
Um dos principais “problemas” da nossa sociedade prende-se com os níveis extremamente baixos de participação cívica.
Numa sociedade de consumo, em que os centros de poder e decisão (económicos e políticos) se encontram demasiadamente longe do “cidadão comum”, urge capacitar os indivíduos para o seu potencial de intervenção e acção cívica.
Um dos aspectos fundamentais passa por uma maior compreensão, reflexão e conhecimento da sociedade/comunidade onde nos encontramos inseridos e também de outras sociedades/comunidades que por algum motivo (trabalho, lazer, estudo) contactamos. 

O contacto que é proporcionado pelos modelos de Turismo convencionais são, a vários níveis, bastante limitados e podem, inclusive, produzir impactos profundos e extremamente negativos nas comunidades que deveriam, de alguma forma, beneficiar.
Esse é talvez um dos aspectos mais negativos no designado “turismo de massas”. Reflecte-se em fenómenos como a especulação imobiliária pelo aumento de equipamentos turísticos (e inerente exclusão dos próprios habitantes autóctones dos centros históricos), no desaparecimento das actividades económicas e culturais tradicionais (sendo o tecido económico reorientado para um oferta turística “industrializada”) e diluição das especificidades culturais locais devido ao fenómeno da globalização “homogeneizante” potenciado também pelo próprio turismo.

Um outro aspecto pertinente a considerar prende-se com a vertente algo hedonista e talvez um tanto egoísta inerente ao “turismo convencional”.
A motivação preponderante, senão praticamente exclusiva, do “turista convencional” tende a seguir uma lógica de “desvinculação emocional e afectiva” relativamente à comunidade que visita. Essencialmente o que lhe importa é o seu próprio prazer e lazer, sendo que muitas vezes isso conduz a uma insensibilidade tácita relativamente à realidade e problemas existentes em determinado país/local. Fenómeno ainda mais questionável quando, vezes sem conta, como mencionado anteriormente, é o turismo mais “parte do problema” do que “parte da solução” para os problemas de desenvolvimento, ou sub-desenvolvimento, de inúmeras comunidades.

Assim sendo, de que forma é que é possível viajarmos, “mergulharmos” de forma mais profunda (e não tão superficial) na realidade das comunidades locais contribuindo, ao mesmo tempo, para o seu desenvolvimento e bem-estar social, económico e ecológico?

Turismo Eco-Social, conceito:
O “Turismo Eco-Social” tem por objectivo ser uma resposta, bastante directa, a essa mesma questão.
O Turismo Eco-Social apresenta uma alternativa radicalmente diferente aos modelos de Turismo ditos convencionais. Na verdade, apesar de por uma questão de "comunicação” se designar como “Turismo” estamos, na verdade, mais perante um modelo de aprendizagem de interacção inter-cultural e inter-social, assim como de desenvolvimento local, do que propriamente perante uma forma de “turismo” no sentido convencional do termo.
O Turismo Eco-Social radica pois num paradigma bastante diferente. O objectivo principal não será, portanto, o de o “turista” ser um mero visitante passageiro, focado no seu próprio prazer hedonista, mas sim alguém que “mergulha” de forma mais profunda na realidade local, integrando-se nas actividades locais e desenvolvendo actividades que contribuam para o bem-estar e desenvolvimento das comunidades. 

Turismo Eco-Social – contexto:
Existem já diversas iniciativas e conceitos de “Turismo Alternativo” cujo “Turismo Eco-Social” acaba por estar imbuído do mesmo espírito.
Conceitos como o Turismo de Voluntariado, Turismo Justo, Turismo Comunitário, WWOOF (Voluntariado em Quintas Biológicas e projectos Ecológicos) são iniciativas e conceitos que constituem de facto alternativas de enorme pertinência aos chamados modelos de Turismo Convencionais e que possuem diversos elementos em comum com o espírito do Turismo Eco-Social.

Turismo Eco-Social – funcionamento: 
O “Turismo Eco-Social” visa, por um lado, a utilização de infra-estruturas existentes localmente e, por outro, o envolvimento nas actividades laborais (nomeadamente ofícios de pequena escala), culturais, ecológicas e recreativas locais.
Tem também como propósito proporcionar uma perspectiva da realidade local bastante diversa e abrangente. Assim, “nichos” da população local tendencialmente marginalizados, e numa perspectiva de “Turismo convencional” habitualmente “a esconder” (como por exemplo “sem-abrigo”, habitantes em situação de exclusão económica), são convidados a participar e fazer parte do processo e dos circuitos e programas de Turismo Eco-Social. Estamos portanto perante uma lógica profundamente integrativa.

Turismo Eco-Social – Principais virtudes:
Evidentemente os benefícios para as comunidades locais são elevados, quer por todos aqueles recursos que são “disponibilizados” para as mesmas (humanos, económicos, culturais, etc.), quer pela valorização dos próprios valores e património local (quando falamos de património referimos-nos também a património imaterial, que tende muitas vezes a ser desconsiderado ou esquecido). 
Simultaneamente o benefício para o “participante” nos programas de Turismo Eco-social é também elevado, não só pela oportunidade de conhecer e participar na vida de uma determinada comunidade de uma forma bastante mais profunda do que a convencional, como também pelo sentido de gratificação que advém do seu contributo para o bem-estar da comunidade. 

Turismo Eco-Social – Principais obstáculos:
Sendo um modelo de intervenção muito particular e inovador, ao mesmo tempo acentuadamente divergente dos modelos de turismo convencionais, é natural, como acontece em qualquer situação de introdução de um novo conceito, que a fase inicial de divulgação e implementação possa constituir um desafio particularmente exigente, o que por outro lado o torna ainda mais estimulante. 
Por outro lado, precisamente por ser ainda bastante recente, tem ainda um carácter “em definição”. O que é também positivo na medida em que se encontra bastante aberto a contributos e novas perspectivas. Sendo por isso bastante flexível. 

Turismo Eco-Social – Circuitos 
Os Circuitos de “Turismo Eco-Social” têm por objectivo proporcionar uma perspectiva bem mais ampla e profunda dos locais onde decorrem. Assim sendo os critérios inerentes à sua concepção e realização abrangem vertentes tão amplas como: ambientais, sociais, culturais, etnográficas, económicas. Tendendo os critérios paisagísticos a ser menos “estereotipados” e muito mais diversificados.