Para que o Porto seja cada vez mais uma cidade de encontros com a sua própria história e verdadeira identidade e para que um presente e futuro melhor possa ser pensado e sonhado.
Terramote 351 - Logo
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Projecto Porto de Encontros - activismo Pedro Jorge Pereira
Para que o Porto seja cada vez mais uma cidade de encontros com a sua própria história e verdadeira identidade e para que um presente e futuro melhor possa ser pensado e sonhado.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Vídeo Aspectos de Leça da Palmeira, Matosinhos e Leixões, 1927
Vídeo Aspectos de Leça da Palmeira, Matosinhos e Leixões
Serviços Cinematográficos do Exército - Companhia Produtora
Portugal, 1927 Género: documentário Duração: 00:32:34, 18 fps Formato: 35 mm, PB, sem som
http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=8294&type=Video
Por tudo isso e muito mais uma "relíquia" a ver, preservar e divulgar. Por vezes parece-me que o progresso nos fez "evoluir" demasiadamente rápido fazendo desaparecer elementos ancestrais do nosso património sociológico e ambiental ... no balanço de tudo aquilo que perdemos e ganhamos fica a interrogação de se as coisas não podiam ter sido feitas de forma diferente ... e agora fica sobretudo a memória que urge de facto preservar.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Jardim Botânico do Porto à espera de maior carinho ...
Jardim Botânico do Porto
Não serão assim tantos os portuenses (pensando também num sentido mais alargado de cidade que se estende até aos concelhos limítrofes) que conhecem esta autêntica jóia cultural e ambiental da cidade do Porto: O Jardim Botânico. Infelizmente, quase como não podia deixar de ser (se bem que devia) são também evidentes os sinais de um certo abandono. A “Casa Andersen” foi recentemente alvo de uma oportuna, creio, operação de restauro. Infelizmente na zona das estufas, por exemplo, o panorama já não é tão animador. A generalidade das estufas evidencia um acentuado estado de degradação e parece uma zona muito pouco dinamizada do jardim. Os motivos, imagino, deverão ser os habituais: Falta de meios financeiros, de recursos, de atenção por parte dos portuenses. Enfim, uma circunstância habitual numa cidade governada por políticos que quase a única coisa que parecem interessados em valorizar são as corridas de automóveis.
E por falar em automóveis, como se já não bastasse ao “pobre” jardim ter sido severamente mutilado pelo atravessamento da VCI como é que é possível que o mesmo não esteja dotado ainda de barreiras acústicas que possam mitigar um pouco o impacto dos “roncares” violentos dos automóveis paredes meias com o cenário idílico do jardim. É que quase não há recanto do jardim onde seja possível descansar um pouco da triste “banda sonora” da VCI. O que é que é preciso para se proceder à colocação de umas simples barreiras sonoras?
O Jardim Botânico e os seus utentes e admiradores ficariam certamente bastante gratos.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Jardim Botânico do Porto
O Jardim Botânico do Porto situa-se nos jardins da Quinta do Campo Alegre ou Casa dos Andresen, na freguesia de Lordelo do Ouro, na cidade do Porto, Portugal.
História
Em 1895 João Henrique Andresen adquire a Quinta do Campo Alegre. Será este comerciante de vinho do Porto que recupera os jardins, impondo o estilo romântico dominante na época. Dois membros desta ilustre família da burguesia portuense tornaram-se escritores famosos: Sophia de Mello Breyner e Ruben A.. Este último viveu mesmo na Quinta do Campo Alegre, sendo as suas memórias um importante registo histórico da época.
O Estado tomará posse da quinta em 1949, convertendo-a em 1951 no Jardim Botânico do Porto. A sua gestão é desde então assegurada pela Faculdade de Ciências do Porto e pelo Instituto de Botânica Gonçalo Sampaio (entretanto já extinto). Curiosamente, a actual responsável por este Jardim é uma descendente dos Andresen, a Arquitecta Paisagista Teresa Andresen tendo sido os anteriores responsáveis o Professor Roberto Salema e o Professor Barreto Caldas da Costa.
Como a criação da Via de Cintura Interna e dos acessos ao Centro Desportivo Universitário do Porto, a quinta perde 8 dos seus 12 hectares. Em compensação, junta-se a este jardim a Quinta dos Burmester, com 1,8 hectares.
Composição
O Jardim Botânico actualmente inclui:
Um jardim histórico composto por três partes distintas (Roseiral, Jardim dos Jotas e Jardim do Peixe), separadas por Camélias,
Dois lagos, um dos quais com nenúfares,
Estufas, incluindo uma de cactos e outra de plantas tropicais,
Um jardim de cactos e outras plantas suculentas,
Espaços de árvores centenárias e variadas espécies vegetais raras e/ou exóticas.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Visitas Eco-Sociais de Agosto, Grupo Galiza, fotos
A decadência habitacional e social no coração da cidade é de "cortar a alma". Locais com uma história de séculos, por onde passaram gerações e gerações, estão agora no mais inaceitável abandono. Aqui poderia haver gentes, comércio, vida ... como sempre houve. Mas a especulação imobiliária (que levou os portuenses para os subúrbios) e a especulação financeira actual (que continua a mandar os portuenses para as periferias) tem sido implacável.



